MotoNavigator
PT

Fase de lançamento: Pro para todos. Até 31 de outubro de 2026 está tudo incluído — sem dados de pagamento, sem nada que se renove à socapa.

Funcionalidades

O MotoNavigator é mais do que um mapa com uma seta. Estas são as peças que viajam contigo em cada saída — do domingo à noite no sofá à última curva antes de casa.

Planeamento, com calma

Metade da viagem acontece antes de o motor pegar. Domingo à noite, sofá, um copo de algo decente — e o mapa. Colocar pontos de passagem, arrastar a ordem, pousar um deles em cima de um sítio com um toque. Dois tipos de ponto decidem se só queres levar uma estrada contigo — ou se ali há uma paragem a sério — e se o navegador pode dar meia-volta naquele sítio. Controlo, não tralha.

E por trás está o Organizer: a casa das tuas rotas, dos teus sítios e de coleções inteiras. Os sítios crias tu — ou adota-los diretamente do mapa: o café que o mundo OpenStreetMap já conhece torna-se teu com um toque. As rotas guardam-se, recarregam-se, remontam-se, ordenam-se — e partilham-se, como ficheiro, com quem tu quiseres. A expectativa planeia-se. É aqui que ela mora.

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O painel de rota: pontos, ordem, perfil.
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Planeamento, sem a calma

Há dias que não merecem plano. O céu está bom, a mota espera quente à porta, e a única decisão de que és capaz é um polegar no mapa. Também serve: destino, perfil, em marcha — a app constrói as curvas pelo meio, tu só tens de as tomar. Chegar, café, próximo destino, seguir. Sem painel, sem afinação, sem remorsos.

No fim também isso é uma viagem a sério — gravada como qualquer planeada, arquivada como qualquer planeada. A app foi feita para planeadores. E para os dias em que o planeador dentro de ti já saiu de serviço.

Garagem e perfis

Ninguém anda «de mota». Anda-se na sua — e cada uma tem o seu carácter, a sua sede, as suas manias. Na garagem cabem todas: sport-tourer, trail grande, scooter de cidade — sem hierarquias. Para a app, a tua máquina não é questão de gosto: é ela que traz o perfil com que a viagem começa a ser desenhada, e é na garagem que fica a autonomia do depósito, à vista, para quando fores tu a decidir em que ponto do dia entra uma bomba. Cinco perfis de fábrica — Schnell, Tourer, Adventure, Adventure Light, Auto — do «só quero lá chegar» ao «hoje o alcatrão que espere». A máquina muda, o plano adapta-se. Por essa ordem.

Offline tudo …

As melhores estradas partilham um traço: por onde passam, nenhum planeador de rede pôs uma antena de livre vontade. Por isso aqui tudo vive no aparelho — mapa, rota, recálculo. Um «recalcular rota» funciona no fundo da zona sem rede como na cidade, e a app troca sozinha entre online e offline — não há modo nenhum que tenhas de alternar. Mas há um que podes. A rede faz falta exatamente duas vezes: uma para descarregar mapas, e com Pro a cada 30 dias para um breve olá da licença. O resto é silêncio de rádio opcional — e a app acha ótimo.

… online melhor

Com rede, a app sobe um nível. A rota passa então a ser calculada nos nossos servidores, onde cada estrada carrega mais conhecimento do que alguma vez caberá num telemóvel — as suas curvas, o seu carácter, a sua paisagem. A mesma viagem, acabamento mais fino. O cálculo de rotas no teu aparelho não é uma versão reduzida, é a que funciona em todo o lado: ajustada ao espaço, não ao compromisso. E as viagens em grupo precisam naturalmente de rede — as posições dos outros não chegam por pombo-correio. Mas também aqui uma zona sem rede não te expulsa: enquanto dura, simplesmente não há atualizações; quando a rede volta, continua como se nunca tivesse ido embora. Ninguém volta a entrar, nada se perde.

Também sem estrada

Deserto, estepe, campos de dunas, planaltos — há sítios onde «estrada» é um boato. Os navegadores normais desistem ali. O MotoNavigator muda em vez de desligar: no modo NoRoad navegas por pontos de passagem e rumo — linhas retas em vez de rede viária, direção e distância em vez de «vire à direita daqui a 300 metros». Colocas os teus pontos: o poço de água, o alto do porto, o acampamento. A app diz-te onde ficam e quando chegaste — o caminho pelo meio decide-o o terreno. E tu. Não confundir com o offroad de toda a gente — gravilha e caminhos sem piso, mas em cima do mapa, isso é trabalho do perfil Adventure, com rota normal. O NoRoad não é um modo de emergência escondido, é um caminho em pé de igualdade ao lado das rotas por estrada — o mapa continua a ser mapa, offline de qualquer forma.

No guiador: CarPlay

Seja o ecrã de fábrica da mota ou um suporte de pós-venda no guiador — desde que tenha CarPlay, a navegação aparece ali tal e qual: mapa, a tua posição, a rota, o aviso da próxima manobra com ícone e distância, mais a distância que falta e a hora de chegada. As ações da viagem ficam ali como botões no ecrã — não precisas de olhar para o telemóvel.

O ecrã não tem opinião própria: é um segundo renderizador, não uma segunda instância. O que corre no telemóvel replica-se ali em tempo real, sem configuração extra, sem segunda app. Só precisas de um iPhone com CarPlay.

Uma voz que vais mesmo ouvir

Passas horas sozinho com esta voz no capacete — tens direito a ser esquisito. Doze línguas, cada uma com voz real: alemão, inglês, francês, espanhol, português, italiano, árabe, checo, grego, neerlandês, polaco, russo. Os avisos vêm das vozes do teu sistema, e ali dorme mais do que a maioria sabe: a Apple, por exemplo, traz vozes premium que soam espantosamente naturais e funcionam totalmente offline depois de descarregadas. Descarregar uma vez, escolher na lista de vozes, pronto — o manual mostra como. E ainda o matiz regional à escolha (pt-PT, pt-BR, …). A voz fala quando importa — e cala-se o resto do tempo.

Gravação e memória

Há dias em que a mota fica parada — e a viagem continua na mesma, só que na cabeça. É para isso que existe o arquivo. Cada saída fica escrita — GPS, sensores, inclinação — e torna-se uma entrada no teu próprio livro: a travessia dos Alpes de agosto, o porto que acabou à chuva, a volta que era só para ir atestar. Uma regra acima de tudo: os dados são teus. Em bruto, locais, privados.

A privacidade como construção

Sem conta, sem e-mail, sem perfil — a app conhece-te como um número sorteado ao acaso, e não quer saber mais. As gravações ficam no aparelho, os envios são opt-in, e à volta de casa a zona privada recorta a tua posição logo ao gravar — não ao enviar. Tão anónimo quanto a técnica permite. Como exatamente: A tua privacidade — tempo de leitura: um café.

Viagens em grupo, sem inundar as mensagens

Nada de lutar com nomes de utilizador, nada de listas de amigos, nada de emparelhar contas, nada de outros disparates. Um abre o grupo, os outros fazem scan do código QR — pronto, a rodar. Todos têm o mesmo plano, e se mudar, todos o têm outra vez. Sozinho, sem que ninguém reencaminhe nada. Anónimo, com alcunha à escolha.